terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A Irrisória Cura

A Irrisória Cura


De só, decido que sofro

e insisto que sobrevivo.

Hesito ao próximo passo

do início do precipício.

Resgato resto de sonhos

do céu do fundo do poço

de ver no vício do riso,

para ascender meus esforços,

indícios de primas veras,

inversos de suicídios.




Altair de Oliveira – In: O Embebedário Diverso.

Ilustração: foto do fotógrafo alemão Laoen.

6 comentários:

  1. A solidão dói mesmo, quer solitude quer solidão,sempre nos arrastando pro precipício.Mas como diz a música do Lobâo:"não tente se matar, pelo menos essa noite NÂO". Rs
    Beijos no coração meu lindo amigo poeta.
    Krmem

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  2. Amigo/poeta passando para desejar sempre, toda felicidade do mundo...Lindo poema! Sucesso! Abraçãoooooo

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  3. Mais um lindo poema! Identifiquei-me profundamente com esse.Parabéns e continue sempre a brindar-nos com essas maravilhas.
    Grande abraço

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  4. Gente!!! Muitíssimo grato pelo carinho para com esta minha poesia de pernas finas...hê!
    Que tenham todos um final de ano de muita poesia e de festas em vossos corações!
    Um 2012 de grandes e belas realizações para todos vocês!!!

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  5. PARABÉNS MEU NOBRE POETA, SEU TRABALHO ESTÁ CADA DIA MAIS LINDO. OBRIGADA MEU AMIGO, PELAS PÉROLAS COM AS QUAIS NOS TÊM PRESENTEADO. FELIZ ANO NOVO PARA VOCÊ, JUNTAMENTE COM SUA FAMILIA. PAZ, LUZ, E MUITO AMOR NA TUA CAMINHADA.
    ABRAÇOS MEUS,
    LIZA

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  6. Belo poema. Parabéns!!!!

    Ana Rita.

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